Ano Novo


Os reis da terra se levantam e os governos consultam juntamente contra o SENHOR e contra o seu ungido, dizendo: Rompamos as Suas ataduras, e sacudamos de nós as Suas cordas. Aquele que habita nos céus Se rirá; o Senhor zombará deles. Salmos 2:2-4
O quadro em minha janela hoje é meio high-tech: uma antena parabólica. Não posso ver, mas deduzo que a antena esteja apontando diretamente para um satélite a centenas de quilômetros no espaço.

Não tenho como comprovar a existência do satélite, pois não tenho o equipamento necessário e nem saberia utilizá-lo E mesmo que soubesse, não conseguiria ver o satélite. Teria que crer no equipamento.

Muitas coisas na vida são assim, acreditamos sem uma comprovação efetiva. Deus, por exemplo. Mas o ser humano nasce em estado de rebelião contra Deus e O vê como um estraga prazeres. O que fazer? Uma é viver sem dar a mínima para Deus e pagar para ver as conseqüências disso. Outra é negar Sua existência.

De uma forma ou de outra, o que o ser humano quer mesmo é se livrar de Deus, romper as ataduras de responsabilidade e sacudir as cordas que Ele, em Sua Palavra, chama de "laços de amor".

"Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor, e fui para eles como os que tiram o jugo de sobre as suas queixadas, e lhes dei mantimento". Oséias 11:4

Recebi de alguém uma mensagem mais ou menos assim: "Por ser ateu convicto, obviamente não enviei uma mensagem de Feliz Natal. Mas agora não posso deixar de enviar meus votos de um Feliz Ano Novo".

Na mesma hora me lembrei de um episódio ocorrido em um restaurante da Rússia na época do comunismo. Um jornalista cristão do ocidente almoçava com uma autoridade russa e o assunto era Jesus. O russo, obviamente, negava veementemente que Jesus tivesse existido.

-- Então por que todos os dias o Pravda publica que Jesus existiu? -- rebateu o jornalista, apontando para a data do jornal sobre a mesa.

Assim é com o ateu desejando um feliz ano novo. Ano? Que ano mesmo?

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